Planetary Plan C: um entre os milhares de games do Global Game Jam que você deve apreciar por várias razões…

Corra contra o tempo e crie um game dentro do prazo limite de 48 horas — é mais ou menos assim que o grande desafio por traz do evento mundial Global Game Jam funciona. Neste ano, o Global Game Jam reuniu mais uma vez uma quantidade absurda de desenvolvedores pelo o mundo afora, especialmente desenvolvedores de dentro do Brasil, que apenas para constar, concluíram dentro do prazo uma quantidade considerável de games calorosos como o game da vez Planetary Plan C, por exemplo.

Entre os encarregados na criação do game Planetary Plan C estão os integrantes do estúdio brasileiro MiniBoss (Amora, Santo, Rafa Miranda e Ne Sasaki) e outros contribuidores (bitmOO, Iko e Rodrigo Monteiro) indispensáveis para fazer de Planetary Plan C este game tão incrível que é.

Baseado no tema “extinção” do Global Game Jam deste ano, Planetary Plan C é o que eu posso descrever em: “uma volta de 360° graus aos arredores de planetas prestes à serem completamente extintos assim como também suas formas de vidas restantes”. Em Planetary Plan C você é encarregado no controle de unidades NoahX, um tipo de robô considerado a última esperança para o começo de um novo planeta mais sustentável, que é propriamente destinado a salvar as vidas restantes em cada planeta que seu foguete espacial aterrissar para completar o plano nunca arquivado “C” da missão 2301. Ao decorrer das suas buscas você encontrara além de formas de vidas, não apenas o meio de sustentabilidade essencial que é as “plantas”, mas algumas adoráveis raridades prazerosas de serem coletadas. No final de cada trajetória você vai depara-se com estatísticas interessantes do atual estado da denominada Terra Nova onde seus esforços foram depositados.

O propósito simples e fascinante do game não é o único atrativo plausível, a arte e sons são maravilhosamente maravilhosos, em tão pouco tempo o trabalho artístico e sonoro ficaram muito dignos e envolventes, deixando alguém como eu indeciso sobre jogar ou observar a arte do game.

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Talbot’s Odyssey: um exemplo de game brasileiro bonito e divertido

O pequeno estúdio brasileiro MiniBoss, depois do seu game experimental Six Feet Over (leia mais sobre aqui), conseguiu superar significativamente as expectativas acerca de um novo projeto apostando no game Talbot’s Odyssey, game que faz  qualquer um se pergunta se Six Feet Over é criado pelo o mesmo estúdio. A comparação chega a ser incrível, porque mesmo Six Feet Over sendo um game pouco explorado e sem qualquer apelo robusto, é perceptível o avanço oculto que a equipe por traz do estúdio ainda não tinha demonstrado em um game de sua criação.

Talbot’s Odyssey é um game assim dizer sem segredo, deixa de lado os detalhes mais adicionados nos atuais games de plataforma 2D e parte para um conceito no gênero diferente e natural. Você controla uma criatura amável chamada Talbot, o Talbot é indefeso, ingênuo e o mais improvável encarregado para as tarefas obrigatórias do game. Por sorte Talbot têm asas, o que ainda não é uma grande vantagem, já que existe um monstro gordo e preguiçoso faminto desafiando Talbot a explorar os mais cruéis locais a procura de ingredientes inusitados.

É digno de crédito o trabalho do estúdio MiniBoss em Talbot’s Odyssey, especialmente o capricho visual que por sinal ficou muito lindo, isso sem falar na trilha sonora bem balanceada conforme a atmosfera sombria que o game expõe ao jogador.

No presente momento Talbot’s Odyssey ainda não está acessível para todos, eu felizmente tive a oportunidade de jogar a versão closed beta dias atrás (thank you @amora_b), mas enquanto uma versão open beta não é liberada, confira o blog oficial do estúdio (studiominiboss.blogspot.com), lá você confere imagens e muitas outras informações bem legais sobre o game.

Six Feet Over

Inicialmente criado apenas para fins de teste de engine, Six Feet Over acabou demonstrando um certo apelo a diversão e teve sua existência visível para qualquer um no blog oficial do estúdio independente responsável, este aliás brasileiro — denominado Miniboss.

Six Feet Over é um game extremamente simples, tanto que não existem motivações para se jogar, isso devido a falta de leaderboards online que faria da experiência em jogo ainda mais competitiva já que o game trabalha em objetivos dentro da soma de pontos (recordes?). De qualquer forma é um game divertido, e embora focado na “compreensão”, proporciona aquele sentimento de experiência — em especial por ser desenvolvido na engine gratuita de código aberto Construct um tanto quando desconhecida para muitos desenvolvedores, de destaque os “brasileiros”.

Centrado na “história de consolação” sobre um sobrevivente a um apocalipse de zombies, você deverá destruir zombies para pagar sua sobrevivência em game. Divertido, frenético e acima de tudo feito por mãos brasileiras, Six Feet Over vale a jogatina, principalmente para alimentar a expectativa acerca do novo rumo “entretenimento” que os novos desenvolvedores independentes vem adotando aos poucos.

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Para saber mais sobre o estúdio Miniboss e seus atuais projetos, acesse: studiominiboss.blogspot.com