Review: A Man With a Monocle

Da desenvolvedora portuguesa Neogen2 Creations, o game A Man With a Monocle é um adventure de plataforma inusitado por seu conceito e atraente aos  amantes deste.

A Man With a Monocle conta dentro de diálogos a história de Henry, um homem que após acidentalmente se perder em montanhas passa a ouvir vozes misteriosas que segundo consta é do seu monóculo, este tomado por o fantasma de um homem infeliz com a forma que aconteceu sua morte chamado Kain. A morte de Kain, infelizmente das mais desleais possíveis, aconteceu devido um homem que o matou, e sabe se lá quanto tempo depois do acontecimento, Kain ainda não conseguiu a paz de espírito que sempre quis, e o pior, tem que remexer os mistérios por trás dos acontecimentos em busca de respostas com a ajuda do seu amigo de “olho” Henry.

Muito concernente  a clássicos como o “Mario”, por exemplo, A Man With a Monocle faz uso dos elementos destes aos seus mínimos detalhes e recicla uma alternativa concorrente aos padrões atuais. Chega a ser absurda a simplicidade do game, e isso vale a todos os detalhes que vai dos gráficos em pixel art as possibilidades para jogar. Controlando Henry pelas as montanhas esquecidas por Deus (modo de dizer, não interprete mal), você pode… deixa eu ver… já sei!… Pular! E é o máximo além de caminhar. Provavelmente eu criei uma confusão na sua cabeça (ou talvez não), mais é realmente assim que funciona a jogabilidade por traz do game, e como é um detalhe bobo a se levar em conta, até porque tudo é tão natural em A Man With a Monocle que o simples ato de pular pode ser o suficiente para agradá-lo sem grande esforço.

Não! Eu não estou fazendo aquilo...

Começando a sua aventura o seu objetivo estará traçado e ele fará você procurar por resíduos de ossos. Esses resíduos de ossos estarão em diversos locais do respectivo nível que variam de fáceis a difíceis, e também em alguns casos improváveis por estarem bem escondidos. A exploração rigorosa de determinados locais será essencial para prosseguir ao próximo nível com a máxima quantidade de resíduos de ossos, e conforme o limite por nível seja atingido você ganha um resíduo de osso banhado a ouro (seria completamente em ouro?)  para futuros benefícios no game.

Difícil, muito difícil. O game usa o nível de dificuldade, que mesmo no fácil pode causar frustração por seu alto apelo as dificuldades, para satisfazer ainda mais os jogadores apaixonados por desafios elevados. É um pouco incompreensível a dificuldade no game, funciona de maneira básica, só que pode ser fatal até mesmo na hora de destruir as criaturas que  aparecem no seu caminho. Criaturas insanas que variam das coisas mais estranhas possíveis, matáveis com um simples salto na cabeça. Cada colisão com as criaturas ou objetos de efeito ofensivo você perde um coração — começa o game com três, quando os três corações são perdidos você obviamente morre e para a sua infelicidade volta ao início do nível tendo que passar pela “aquela parte chata novamente”.

Sem realmente o que dizer sobre os gráficos e sons, adianto que ambos contribuem no seu papel segurando o clima sombrio e cauteloso no conceito geral que faz do game ainda mais representativo.

Quem disse que em meio a montanhas abandonadas não existem escadas?

Se você gosta de games difíceis a moda antiga , A Man With a Monocle é o que você procura. É um bom jogo,  apurado e divertido que ainda alimenta a alma de muitos amantes do gênero.  Há… até um editor de níveis existe para estender a vida útil do game. 😉

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