Review: Emberwind

Emberwind, primeiro game da desenvolvedora sueca TimeTrap, retira boas referencias aos temas fantasio, estabelece um clima, e destina tudo isso a um game de plataforma em 2D com personagens “chave” em 3D muito divertido.

Sobre a cidade tomada pelas as forças do mal Grendale, os “heróis” Kindle (o guarda-local) e Wick (uma coruja gigante) não pensam duas vezes e saem rumo aos acontecimentos. Chegando em Grendale,  tudo que existe é gremlins maldosos  a mando do Candlefinger (o boss :shock:) tomando conta do lugar a qualquer custo junto a sua civilização.

O objetivo na maior parte do game é focado nos moradores reféns dos gremlis, forçando você a procurar por casas (escondidas ou não) nas fases disponíveis e salvar os reféns das gangues de gremlis. Felizmente esse objetivo não toma muito tempo (a não ser na exploração, já que em muitos casos você poderá ficar perdido procurando pelas as casas onde os reféns estão), sendo apenas necessário entrar na casa e acender a lareira. Quando todos os reféns forem salvos você enfim poderá completa a fase, mais vale lembrar que a mesma não termina de imediato quando estiverem completos todos os objetivos, é exigido de você a caminhada novamente ao percurso “inicial” para seu encontro com Wick.

Atravez de um contador de recordes, o game torna-se ainda mais “objetivo”, pois os recordes acabam estendendo a dedicação do jogador na conquista de itens somáveis dentro dos recordes. Os itens destinados aos recordes variam de obvias e simples moedas à diamantes valiosíssimos — podendo ser coletados sempre que possível após você destruir um gremlis, baús e outras fontes. Outra forma muito sútil de conseguir uma quantidade elevada de recordes é  a troca de nozes em algum poço de troca na fase por uma quantidade empolgante de itens muito valiosos conforme a sua demanda de nozes disponíveis.

Mesmo tratando-se de um game de plataforma, a ação e aventura acabam inclusas no game, possibilitando novos meios no gênero plataforma do game, não inovadores, mais além das expectativas. A destruição de gremlis, por exemplo, torna o improvável, um gnome aparente velho (todo gnome aparenta ser velho, né!?) de bengala e bolsa de suprimentos batendo em gremlins com muita disposição. Porém isso não é a verdadeira ação, a verdadeira ação no game é exercida pelos os vários gremlis quando para eles você estar a vista.

Para ajudá-lo, alguns itens alimentícios estarão espalhadas pelas as fases para aumentar bolinhas de vida ao seu personagem. Felizmente não são apenas alimentos para a saúde do personagem que existem espalhado pelo o game, brownies especiais estarão por toda a parte, escondidos, mais estarão. Os brownies poderão ser de grande ajuda, possuem poderes especiais conforme sua espécie e surtem efeitos no inimigo muito bem.

De um certo ponto o game chega a ser triste, como se toda a energia “feliz” que é deixada nos primeiros diálogos não existisse e tudo aquilo que foi conquistado tivesse sido completamente tomado pela a escuridão. A ambientação do game em geral é escura, tanto que os postes de luz (o seu checkpoint) quando acessos  aliviam a sensação de esquecimento. O personagem principal, no mínimo acostumado com o clima, contém a maior parte da atenção do jogador por sua perceptível sabedoria em ação, aliás… a ação do game é muito divertida, e além de retratar os gremlis como criaturas hilárias em suas animações, deixa o mencionado lado “triste” do game de lado para aprofundá-lo em diversão frenética por boas horas de jogatina.

Por mais aparente que fique que o game aprofunda-se na jogabilidade complexa e difícil, nada disso é realmente concreto, Emberwind pode sim ser considerado um game casual, com suas exceções, que fique claro,  mais de fato existe uma movimentação de interesses ao público casual. E esse detalhe é aparente na jogabilidade, que funciona de maneira básica requisitando do jogador apenas boa compreensão do que é apertar a tecla “espaço” com a combinação das “teclas direcionais” para torna os ataques nos inimigos completo e pouco elaborado.

Os gráficos de Emberwind são diferentes, elegantes e até únicos, a boa apresentação destes levanta ainda mais as boas características do game. Muito adepto aos ruídos, os gráfico utilizam muito destes para criar a identidade do game, que realmente não deixa a desejar em nenhum instante. Outra parte nos gráficos muito intrigante e que funcionou, é os personagens “chave” como eu mencionei no início do post serem em 3D, e um 3D caprichado e dentro dos padrões 2D que o game de modo geral retrata.

A trilha sonora do game é épica, cativa o jogador e satisfaz por todo o game, o compositor Magnus Ringblom sabia de verdade o que melhor determinava um clima sonoro para Emberwind, eu pessoalmente fico até sem grandes armas para argumentar sobre a trilha sonora porque gostei muito, até por suas referencias a trabalhos épicos do cinema.

Eu não tenho críticas a serem exploradas quanto a qualidade de Emberwind, o game demonstra uma excelente qualidade final e pode encantar aos mais variados tipos de jogadores, por mais familiar que seu conceito represente aos games do gênero disponíveis no mercado.

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